Montando o prato no almoço e no jantar
A ordem de montagem do prato que garante a proteína primeiro, mesmo quando a saciedade chega antes de você terminar de comer.
O que acontece
Existe uma diferença enorme entre o prato que você monta e o prato que você realmente come. Quem está usando caneta emagrecedora conhece bem essa distância: o esvaziamento gástrico fica mais lento, a saciedade chega cedo e muitas vezes de repente, e metade da comida fica no prato. O problema não é o desperdício. É que o que sobra quase sempre é a carne, porque a maioria das pessoas come na ordem cultural brasileira, arroz e feijão primeiro, salada no meio, proteína por último.
Se a saciedade interrompe a refeição no meio, a ordem de montagem decide o que entrou no seu corpo. Comer primeiro o que é prioridade não é frescura, é a única forma prática de garantir a meta quando o volume total que você aguenta diminuiu.
Vale entender também o papel de cada parte do prato para não achar que só carne resolve. O Guia Alimentar para a População Brasileira, do Ministério da Saúde, publicado em 2014, orienta que a base da alimentação sejam alimentos in natura e minimamente processados. Legumes e verduras entram por fibra, vitaminas e volume, e ajudam a segurar o intestino, que costuma ficar preguiçoso no tratamento. O arroz e outros carboidratos entram como energia para você conseguir treinar, porque treinar sem energia nenhuma acelera a perda de músculo em vez de evitar. O feijão soma proteína vegetal e fibra na mesma colherada, e é um dos melhores itens custo-benefício do país.
O que muda no Protocolo Firmeza é apenas a proporção e a ordem, não a comida. Você continua comendo comida brasileira.
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